Esté é o ultimo post que realizo neste blog, já que o espaço disponível iria permitir apenas mais uns 3 ou 4 posts. Estou mudando de endereço. já que estou criando o 4UGOD EXTENDED. O endereço é igualzinho a este, só precisa colocar mais um "x" depois do "god"... ou apenas clique na figura acima que você vai para lá.
Até a próxima!
Data e hora de postagem: Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006
por Daniel Paixão Fontes
comentários:
E lá vamos nós de novo...
Me sinto como um lápis quebrado, que devia escrever mas não escreve. Minha vida é maravilhosa mas não consigo deixar de me atirar nos braços da tristeza por motivos que muitos consideram banais. Meus pais acham que eu reclamo demais da vida, assim como muitas outras pessoas acham o mesmo de mim.
Mas como eu falava com um amigo por e-mail, acho que sou daquele tipo de pessoa sensível demais, e sensível no mal sentido: o de se incomodar mais do que a maioria se incomodaria por coisas tão sem importância. Bem... algumas são sem importância, e outras eu acho extremamente importantes.
Das sem importância cito como exemplo a chuva. Eu não tenho carro, moto ou qualquer outro veículo, o que significa que ando a pé. Muito, aliás. Uma chuva em Campinas sempre me molha da cintura pra baixo (por que chove de lado), mesmo com meu novo guarda-chuvas super-hiper-mega grande estilo guarda-sol. Um dia de chuva é capaz de estragar meu humor facilmente, apesar de adorar a chuva (prefiro vê-la estando abrigado e sequinho em minha casa).
Outras coisas sem importância que me deixam deprimidos: meu celular que a assistência técnica está demorando mais de 1 mês pra dar resolver o problema (Sony Ericsson tem uma assistência horrível), eu não ter grana pra comprar um tênis novo, falarem merda do meu filme trash, não darem bola para mim no meu serviço, eu não conseguir emagrecer (e ter engordado de volta os 10kg que eu havia perdido) e por ai vai.
Bobagens, você pode imaginar. Até concordo que de fato o são. Mas outras coisas mais sérias me tem deixado deprimido.
Não conseguir voltar e ficar no meu primeiro amor por Cristo (ou seja, minha comunhão diária com Deus). Não ter dinheiro para continuar com Internet de banda larga (vou ter que cortar) e com as aulas de Deep Running (que eu estava fazendo a mando do médico, mas estão caras demais). Estar passando um aperto grande de grana e não ver se vai adiantar, ou seja, se vou ter grana o suficiente pra comprar os móveis pro apartamento que estou comprando e aonde pretendo morar quando casar. E mais: fazer um monte de sacrifícios e ter a sensação de que ninguém vê ou se importa, e que eu estou fazendo isso a toa.
Eu estou me sentindo muito mal por um lado, mas por outro estou muito bem. Como disse um pastor no Jubão que teve semana passada, Deus nos ama independente de nossa performance, por assim dizer. Isso foi um alívio muito grande para mim, por que eu venho me sentindo o pior dos seres humanos nos últimos 2 anos. Acredito e confesso à Cristo, e nEle deposito minhas esperanças, por que se depender de minhas forças e atitudes, eu vou é pro inferno.
Se por um lado estou fazendo um monte de cortes no meu orçamento e passando apertos, por outro lado Deus tem sido fiel em me sustentar financeiramente inclusive, e me proporcionar a compra do meu apartamento. Se por um lado estou com minha comunhão com Deus abalada por eu ser tão miseravelmente falho, por outro eu vejo o seu amor e o que ele tem feito para me levar de volta ao seus caminhos perfeitos, seja por pessoas, seja por eventos, seja pelo seu Santo Espírito em mim me incitando a isso.
Eu faço muita coisa errada. Eu sou derrotista, me deprimo fácil... mas não consigo mudar. Sei que tenho uma vida ótima e agradeço à Deus por tudo o que sou e tenho, por que sei que tudo é devido à Ele. Mas não consigo deixar de me sentir triste, só e miserável muitas vezes... como agora.
Data e hora de postagem: Terça-feira, Janeiro 31, 2006
por Daniel Paixão Fontes
comentários:
Existe uma teoria que diz que, se um dia alguém descobrir exatamente para que serve o Universo e por que ele está aqui, ele desaparecerá instantaneamente e será substituído por algo ainda mais estranho e inexplicável.
Existe uma segunda teoria que diz que isso já aconteceu.
Introdução do livro "O Restaurante no Fim do Universo", de Douglas Adams
Sem sobra de dúvidas o livro O GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS foi um dos livros mais gostosos que eu li até hoje. Não é comum eu ler um livro inteiro de mais de 200 páginas em apenas 2 dias, mesmo que esse livro tenha páginas ásperas fáceis de manusear, letras um pouco maiores que o normal e um espaçamento de linha generoso.
Não, não é nada disso. Na verdade, me dei conta que todos os livros que eu li até hoje eram bacanas, mas chatos. OK, nem todos eram bacanas, mas todos com certeza eram chatos... ao contrário do GUIA DO MOCHILEIRO DAS GALÁXIAS e suas continuações (começei a ler o segundo, O Restaurante no Fim do Universo ontem a noite mesmo).
Dotado de um humor tão imensamente sem sentido, e recheado de uma inteligência que raramente vi em escritores (normalmente este tipo de inteligência fica restrita à pessoas que ninguém nunca ouviu falar e que nunca se tornaram famosas, mas que eram geniais), nem mesmo as tiradas ateiastas do livro conseguem estragá-lo.
Há na história um peixe amarelo que é enfiado no canal auditido das pessoas e assim permite que seu hospedeiro entenda todo e qualquer idioma do Universo. Se chamava (veja só) Peixe-Babel. Ai chega-se à conclusão que Deus não existe (na história) por que Deus sempre disse que se recusava a provar sua própria existência com fatos materiais, já que isso seria contrario ao principio da fé (de crer em algo sem provas) e sem fé, Ele não era nada.
Ai o homem aparece e diz que ele (Deus) não existe por que ele fez o tal peixe, que era ridicula e absurdamente útil a todo o Universo. Por meio de probabilidades era simplesmente impossível que esse peixe tivesse simplesmente aparecido do nada por meio de evolução natural. Ou seja, estava na cara que Deus havia criado o peixe, e como ele disse que nunca mentia e que nunca provaria que ele existia, e o peixe era uma prova, Deus então disse "Ih, é mesmo, não tinha pensado nisso" e então desapartece em uma núvem de lógica.
Entendeu alguma coisa disso? Esta passagem me fez rir por uns 5 minutos. E acredite que isso não é na verdade a parter mais engraçada da história.
Há o filme que saiu ano passado, muito bom MESMO (vi no cinema e no DVD já). Mas uma das verdades cruéis e imutáveis do Universo, como constatei a tempos, é que os livros sempre são melhores que os filmes. Mesmo que o diretor seja o Peter Jackson.
Como minha noiva sempre diz... viciado em cinema é triste, ainda mais se ele também é viciado em livros.
Data e hora de postagem: Quinta-feira, Janeiro 26, 2006
por Daniel Paixão Fontes
comentários:
O Los Angeles Lakers sempre foram o meu time do coração na NBA. Começei a gostar de basquete ainda no ginásio, e era a época em que passavam os jogos da NBA na Band. Era o final da era de Magic Johnson e Micheal Jordan estava no ápice de sua carreira no Chicago Bulls, recebendo merecidamente o título de melhor jogador de basquete de todos os tempos ao fazer coisas absurdas na quadra, como o famoso AIR JORDAN.
E depois que Jordan se aposentou, eu meio que me aposentei do basquete também (assistir e jogar). Mas nunca deixei de torcer pelos Lakers, mesmo naquela época amarga em que a maior estrela do time era o Vlad Divak e que nem mesmo nos playoffs o time chegava.
Ai veio uma época nova, em que dois nomes se destacavam e levaram o Lakers a ganhar a NBA seguidas vezes: Shaquille O´Neil e Kobe Bryant. O primeiro, uma estrela de longa data desde os tempos do Orlando Magic. O segundo, um rapaz de muito talento que era um pouco encrenqueiro e tinha sua habilidade ofuscada pelo brilho do primeiro.
Eles brigaram, e depois de alguns problemas, Kobe ficou afastado do time por um tempo. Ai Shaquille saiu dos Lakers e Kobe retornou ao time. O resultado é o que se segue na matéria a seguir tirada do site do Terra em 23/01/2006 (hoje) e que me faz constatar que o substituto de Micheal Jordan apareceu de fato: temos um novo e digno representante da melhor época da NBA, que era conhecida como SHOWTIME.
O ala-armador Kobe Bryant fez história ao marcar 81 pontos na vitória do Los Angeles Lakers sobre o Toronto Raptors por 122 a 104, neste domingo. Essa é a segundo melhor marca da história da NBA.
A marca de Bryant - que já tinha conseguido nesta temporada 62 pontos, mês passado, contra o Dallas Mavericks - só é superada pelo lendário Wilt Chamberlain, com 100 pontos.
Bryant, 27 anos, também superou a melhor marca na história dos Lakers, que estava em poder de Elgin Baylor - que fez 71 pontos - desde 15 de novembro de 1960. Também superou os 69 pontos do lendário Michael Jordan, quando este jogava com o Chicago Bulls, tornando-se o quarto jogador em toda a história da NBA a alcançar a marca dos 70 pontos.
Os três primeiros que conseguiram isso foram Chamberlain, Baylor e o ex-pivô do San Antonio Spurs, David Robinson.
Maior cestinha da temporada, Bryant fez o que desejou durante os 42 minutos que esteve em quadra. Ele converteu 28 arremessos de um total de 46, incluindo sete de 13 tentativas de cestas de três pontos, além de 18 entre 20 lances livres.
Agora só falta eu conseguir voltar a jogar basquete!
Data e hora de postagem: Segunda-feira, Janeiro 23, 2006
por Daniel Paixão Fontes
comentários:
Saiu o novo disco de uma das bandas que eu mais gosto atualmente (ou se bobear a que eu mais gosto). O The Darkness, que quase acabou antes deste disco, como toda banda de rock que se preze, conseguiu não só fazer um disco à altura do primeiro (Permission to Land), como também, na minha opinião, se superaram.
One Way Ticket to Hell (passagem só de ida para o inferno) é um disco pequeno (apenas 10 músicas) mas que é daqueles disco-chiclete que cola no seu ouvido do início ao fim. Como no primeiro CD, cada música é melhor que a outra. Hit após hit, com humor e um clima bem divertido como ainda não vi em nenhuma banda da atualidade. Eles me lembram demais o Queen. Passam a mesma energia e alegria...
O título do disco, que é o mesmo nome da faixa inicial, é uma apologia aos malefícios das drogas, demonstrando como elas são uma passagem só de ida para o inferno. Na letra, ele diz que comprou uma passagem só de ida ao inferno... e voltou, referindo-se à uma suposta recuperação do vício, ou ao abandono das drogas.
Além disso, tenho ouvido uma rádio de San Diego nos EUA via internet. Além de tocar só música bacana (Rock na maioria do tempo) ela está me ajudando a treinar o inglês, já que se trata de uma rádio mesmo, com programas aonde as pessoas ligam, os locutores fazem piadas, contam histórias, etc. O endereço é www.91x.com.
Data e hora de postagem: Quinta-feira, Janeiro 19, 2006
por Daniel Paixão Fontes
comentários:
|